quarta-feira, 7 de março de 2018

DIREITA COMEÇA A RACHAR, DIANTE DE INTERESSES ELEITOREIROS

Por Erick, O Caçador

                                                               


    O Deputado Federal Jair Bolsonaro tem o mérito histórico de ser o homem que, sozinho, ergueu a Direita Política nesse País, num momento em que a "esquerdização dos partidos" é tamanha, que os Sociais-Democratas do PSDB são chamados de "direita" pelos marxistas cleptocratas do PT - e isso cola (nos desavisados)! Em torno da pré-candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República, um movimento apartidário nacional, de Direita (politicamente) e Conservador (nos costumes) ergueu-se de forma democrática, espontânea e digna de elogios. Dezenas de milhões de brasileiros, cansados da corrupção impune na política, da degeneração dos costumes (com amparo legal e financiamento estatal) e da bandidagem desenfreada nas ruas, esperam num Governo Bolsonaro a reviravolta dessa situação infeliz e a retomada da Ordem e Progresso no Brasil. O brado "É Bolsonaro!" se ouve em cada viatura de Polícia, em cada botequim, em cada reunião de família, em cada círculo de pessoas de bem, enfim. 


   Esse movimento espontâneo de apoio a Bolsonaro traduz uma revolta popular contra todo o péssimo estado de coisas em que o PT e seus aliados deixaram o Brasil inteiro, mas traduz também a esperança de uma mudança eficientemente brusca, feita de forma enérgica e com pulso firme, para reversão total da situação. E daí, os apoiadores de Jair Bolsonaro começaram um ativismo autofinanciado, que inclui a confecção de camisas, banners, adesivos, out-doors, etc. Grupos nas Redes Sociais prosperam. É esse movimento, genuinamente "outsider" e composto por gente de todas as idades e camadas sociais, o responsável pela crescente popularidade da pré-candidatura de Jair Bolsonaro, a nível nacional. Muito importante: esse movimento popular não deve nada a ninguém ( nem ao próprio Bolsonaro), muito menos é encabeçado por qualquer partido político (mesmo os que Jair Bolsonaro já militou no passado ou pretende afiliar-se no futuro).

                                                          


     Acontece que 2018, ano de eleições, trouxe a serpente ao Paraíso dos Bolsonarianos, na forma de pessoas que tem se apresentado como "lideranças" desse movimento do qual nem participavam (ou participavam pifiamente) e, pior, usam do marketing eleitoreiro para criar uma imagem de "representantes de Bolsonaro", enquanto tentam se mimetizar com a militância raiz - que vêem como uma espécie de tapete para cargos políticos. É como se extraterrestres chegassem à Terra e se proclamassem aos terráqueos: "Nós somos os vossos líderes!" Um ponto em comum entre os E.T.s do Movimento Bolsonariano: querem votos para si ou para seus "chegados".


    Os atritos iniciaram a acontecer na forma do questionamento mais simples, da parte da militância de Direita: "Onde é que esses caras estavam esse tempo todo?" Daí evoluíram para "Por que esse cara acha que só porque ele diz que apóia Bolsonaro, vou votar nele?" e, agora, já está no ponto do seguinte reconhecimento: "Meu voto é de Bolsonaro, mas não tem partido, nem cabresto. Quero mudança na política e, não, fazer a festa de novos aproveitadores". Aí, começaram, mais ou menos abertamente, os choques entre a militância "raiz" e os "E.T.s".  




   Pululam pré-candidatos e seus cabos eleitorais, querendo aparecer midiaticamente para o eleitorado Bolsonariano, valendo-se principalmente das Redes Sociais. Uma parte dessas supostas "lideranças" nunca fez nada, politicamente, por qualquer bandeira Bolsonariana - quando muito, era contra o PT (como a maioria da população é) - mas nesse meio, tem gente com todo tipo de histórico, desde ex-militantes de Esquerda até militares que só cuidaram de sua própria carreira (e querem usar a patente como "prova" de que são "de Bolsonaro" e tem valor político, duas coisas diferentes, diga-se de passagem), passando por gente que "joga uma conversa de ser o que não é" e, pasmem, criminosos enquadrados no Código Penal Brasileiro. Um cabo eleitoral, pago para fazer campanha, diz num grupo Zap: "Doutor Fulano inaugurou um Out-Door de Bolsonaro em Sucupira - esse é o homem!" E posta umas fotos, enquanto outros perguntam "Quem diabos é esse tal "Doutor"? Diante de qualquer questionamento mais sério, os aproveitadores e seus capachos argumentam que "é preciso união", que "a esquerda é quem ganha com esses questionamentos" - em suma: a tal "união" proposta é nada mais que um curral eleitoral, que eles querem que seja aceito, em nome de Bolsonaro e do Bicho-Papão "de Esquerda".

                                                              

    Desconsideram estes, apenas, que a militância de Direita tem ampla maioria de gente inteligente, que passou anos analisando o 171 político da Esquerda, bem como repudia qualquer tentativa de ser feita de trouxa.


   A Direita Autêntica corre o risco de nem levantar a cabeça, se for cooptada pelos espertalhões caroneiros da griffe Bolsonaro. Afinal de contas, a militância de esquerda também cometeu o erro de acreditar em sanguessugas e bandidos, enquanto sonhava com uma revolução comunista, de moldes soviéticos. Felizmente, tal revolução não aconteceu no Brasil (o que seria uma tragédia pior), mas isso não depõe contra a pureza dos ideais de grande parte dos iludidos, porém sinceros, eleitores da Esquerda Brasileira. Agora é a vez dos eleitores de Jair Bolsonaro mostrarem se são, ou não, realmente diferentes dos eleitores de FHC, Lula, Dilma e Temer. Uma tropa de aproveitadores eleitoreiros apostam que não, e acham que,  simplesmente promovendo o "apoio a Bolsonaro" e se dizendo "honestos", vão ganhar os votos da militância de Direita para outros candidatos.




    Essa eleição de 2018 é decisiva em vários aspectos. Nesse momento histórico, os eleitores de Jair Bolsonaro podem alçar ao poder uma massa pluripartidária de políticos honestos, dispostos a lutar contra a corrupção e banditismo comum, gente patriota e defensora da família, pessoas capazes de enterrar essa herança da Esquerda Canalha e fazer do Brasil uma Potência enquanto Nação! Gente que é assim, já fez alguma coisa nesse sentido antes, no lugar mesmo onde estava, é muito simples... 

                                                                 
                                                             

   O perigo atual é que os interesses eleitoreiros deturpem o Movimento Bolsonaro Raiz, transformando o maior fenômeno político brasileiro das últimas décadas (no melhor sentido da palavra "político"), numa estufa para fungos, parasitas e ervas daninhas - a exemplo do que a Esquerda fez com a Redemocratização do País, a partir dos anos 80. O maior inimigo de Jair Bolsonaro, e da Direita em si, é a complacência com a canalhice e oportunismo no meio interno, no seio do próprio movimento nascente.



Erick Guerra, O Caçador

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

O FATOR GOVERNABILIDADE PARA BOLSONARO PRESIDENTE

Por Erick, O Caçador

         
                                               



     Em torno de Jair Bolsonaro, alguns fatos já não se discutem mais:

     a) Decididamente, Bolsonaro está fora do esquema de corrupção generalizada que é característica da classe política brasileira, com poucas excessões. Seu nome é constante ausência nas listas de parlamentares implicados em escândalos de corrupção, há décadas;

     b) Com efeito, essa condição de "estar fora dos esquemas" coloca Bolsonaro, a mais das vezes, na periferia das decisões tomadas pelo Congresso Nacional, tendo os projetos de sua autoria geralmente "encalhados" - não pela falta de relevância das proposições, em si, mas pela firmeza do parlamentar em não participar do "toma lá, dá cá" de viés corrupto, que predomina em Brasília;

    c) É inconteste que a pré-candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República é séria e tem chances reais de sucesso. As pesquisas de opinião pública, invariavelmente, o citam como um dos nomes mais cotados pelo eleitor, tendo em vista as próximas eleições presidenciais, em 2018.



    Essas certezas levam a uma questão relevante: como um Presidente honesto e voltado para a correta gestão da coisa pública poderia governar um País em que uma casta política corrupta e centrada em seus próprios interesses faz peso contra o patriotismo e os anseios da população? Os poucos honestos do Congresso Nacional seriam suficientes para lhe garantir governabilidade?

                                                          


    Em tese, o Presidente Bolsonaro, sozinho, não teria condições de "remar contra a maré" dos interesses espúrios da máfia multipartidária, que já foi desnudada pela Operação Lava-Jato. Principalmente porque Bolsonaro apóia a Operação Lava-Jato e o Juiz Sérgio Moro, na contra-mão da posição mais ou menos declarada abertamente, dos grandes partidos e seus "puxadinhos".



    "Me perguntam: como você vai governar sem o apoio dos grandes partidos? Esses grandes partidos poderão ser pequenos em 2019. Basta você não votar neles em 2018!" - disse o próprio Jair Bolsonaro, sobre o assunto. Com esse arremate, o presidenciável inverte totalmente o foco da questão que agora, fica mais ou menos assim: "Poderão os mesmos eleitores de Bolsonaro eleger Senadores e Deputados Federais comprometidos com o combate a corrupção e com a boa gestão da coisa pública no interesse da Nação?" Com isso, o Presidente Bolsonaro teria sua base de sustentação no Congresso. A resposta é sim, obviamente. Lembrando que as próximas eleições também terão escolhas de Governadores e Deputados Estaduais.



    Observem que, visto do ângulo proposto pelo próprio "Mito", não depende dele a "salvação da Pátria", mas de uma atitude genuinamente política dos eleitores, no sentido de erradicar a corrupção da política cortando-a pela raiz, através do instrumento democrático do voto. De fato, ele é o único presidenciável, até aqui, que tem legitimidade e força para propor a destruição da cleptocracia (governo dos ladrões) brasileira por dentro, a partir da própria participação consciente de seu eleitorado. E, certamente, a corrupção é o assunto que mais tem sido comentado nos últimos tempos, no Brasil. Sobre isso, não pode o eleitor alegar desconhecimento de causa.



    O detalhe é que Jair Bolsonaro não lidera qualquer movimento ou partido político. Ao que parece, sua "persona" funciona como um catalisador das aspirações da maioria da população, que quer a moralização da política, com o expurgo dos corruptos da gestão pública e repressão inflexível aos criminosos de rua. O brasileiro médio sabe que o problema do Brasil não é econômico, apenas. A raiz do problema nacional é a corrupção política e a tolerância ao crime, cada vez mais organizado.



    E é aí que entra a necessidade de um Presidente comprometido com a Segurança Pública e que dê apoio irrestrito à Lava-Jato. Para cuidar da economia e das outras pastas, haverá Ministros e Assessores, como tem sido desde sempre. A prioridade é vontade política para desatar o nó de insegurança e violência que estrangula tudo, é erradicar a cepa de parasitas que sugam toda a seiva e vigor de um Brasil tão rico, mas tão depauperado.

                                                         


    Como vemos, a governabilidade de um Presidente como Jair Bolsonaro depende, tal como a eleição dele mesmo, da vontade do povo de mudar o quadro político desse País, pondo para fora os coautores de toda a miséria que a própria população padece, para eleger em seu lugar homens e mulheres honestos que surgirão como novidades, ou que já estão na política, com pouca ou nenhuma visibilidade. Quem são estes? Identificá-los é uma prioridade! Mãos à obra!



    É esse o desafio dos que querem ver a queda da Cleptocracia no Brasil: ou o eleitor implode o sistema corrupto através do voto, ou restará apenas a alternativa de uma Intervenção Militar. No caos e na guerra civil, já estamos, indo de ladeira abaixo... E as coisas podem piorar, é claro, pois ainda não estamos como o Haiti ou a Somália.



    Claro que, através de uma única eleição, não se conseguirá a adequada limpeza da esfera política federal, que continuará com maus representantes, eleitos pelo votos de cabresto, comprados ou de comprometimento com a corrupção política, mesmo. A Operação Lava-Jato, empoderada, terá melhores condições de cuidar disso, com certeza. E esses parlamentares corruptos não poderiam, de qualquer forma, enfraquecer os poderes presidenciais, que não são pouca coisa.



   Como chefe máximo do Poder Executivo Federal, o Presidente nomeia seu Ministério,  comanda as Forças Armadas e nomeia os Comandantes da Marinha, Exército e Aeronáutica; convoca e preside o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional; nomeia os Ministros do STF e de todos os Tribunais Superiores, o Procurador-Geral da República, o Presidente e os diretores do Banco Central ( que terão de ser aprovados pelo Senado Federal), nomeia Ministros do Tribunal de Contas da União e o Advogado-Geral da União. Também extingue funções.



     O Presidente da República pode sancionar ou vetar leis elaboradas pelo Poder Legislativo, bem como iniciar o processo legislativo. A Constituição permite que ele adote MPs ( medidas provisórias) em caso de relevância e urgência, proponha emendas à Constituição, projetos de leis complementares e ordinários ou, ainda, leis delegadas (em que o Congresso autoriza o Presidente a legislar). Ele possui ainda o direito de expedir decretos e vetar projetos de lei.




    O Presidente da República também tem prerrogativas como decretar intervenção federal nos Estados, estado de defesa e de sítio; declarar guerra em caso de agressão estrangeira ou celebrar a paz, desde que autorizados pelo Congresso Nacional; manter relações com Estados estrangeiros e acreditar seus representantes diplomáticos; celebrar tratados, convenções e atos internacionais, sujeitos a referendo do Congresso. Ainda compete ao cargo a concessão de indulto e a substituição (comutação) de penas mais graves por outras mais brandas.



    Dito isto, é provável que Jair Bolsonaro, como Presidente da República, tenha boas condições de governabilidade, sim, senhor!

                                                              



Por Erick Guerra, O Caçador



quinta-feira, 12 de outubro de 2017

DIREITOS DAS MINORIAS E LIBERDADES CIVIS, SEGUNDO BOLSONARO

    Por Erick, O Caçador

                                             

    " Há muito eu venho dizendo que há algo tão ou mais grave que a corrupção: é a questão ideológica."
                 Jair Bolsonaro

                                                   



     Bastante comentado por suas posturas com relação às minorias ( freqüentemente por distorções intencionais e maledicentes de suas falas), Bolsonaro deve grande parte de sua estrela aos posicionamentos corajosos que demonstra sobre o tema, muitas vezes na contra-mão das idéias que os sucessivos Governos de Esquerda propagandearam, incentivaram e financiaram no Brasil, tudo com dinheiro público, nos últimos anos. Acontece que a ênfase exagerada na divisão da Sociedade em grupos que se opõe (doutrina marxista), semente de confusão onde os Políticos Populistas de Esquerda se colocam como "defensores da parte mais fraca", tem gerado desequilíbrios e privilégios injustos que a maioria da população não suporta mais. Essa "polarização" da Sociedade, fruto da aplicação prática da ideologia marxista e de seus derivados, é denunciada pelo parlamentar como o "dividir para governar" típico da Esquerda Brasileira. Diante do visível mal-estar nacional com as doutrinas desse grupo político, que vem sendo empurradas "de goela abaixo" para todos, o Presidenciável é aplaudido por falar a voz da maioria e, também, por pregar que numa Democracia o interesse da maioria nacional deve se sobrepor ao interesse de minorias particulares, em caso de conflito entre estes. Eis aqui um resumo das idéias de Jair Bolsonaro sobre as políticas de Liberdades Civis e Direitos das Minorias:



    * POLÍTICA DE DIREITOS HUMANOS - Terá de ser totalmente reorientada, pois atualmente só defende criminosos, deixando a Sociedade ao desamparo. Com poucas excessões, os grupos de Direitos Humanos só se manifestam a respeito de situações envolvendo presidiários ou supostas "más atuações" das polícias na sua luta heróica contra os bandidos, ignorando totalmente seres humanos vítimas de criminosos, pacientes de hospitais públicos precários, trabalhadores em condições insalubres e crianças desassistidas - isso deve mudar;


                                                                 
                                


    * POLÍTICA DE COTAS RACIAIS - A idéia é acabar com esse tipo de cotas, pois que implicam num tipo de racismo ( mesmo que seja ao contrário do racismo de Supremacia Branca) e violam o Princípio da Igualdade entre os Seres Humanos defendido na Constituição Federal e em tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário. Para Jair Bolsonaro, ao invés de assegurar cotas racistas, o Governo deve lutar para garantir a igualdade de oportunidades, que podem ser conquistadas a partir do mérito individual. É injustiça separar as pessoas pela cor da pele, para fins de dar vantagens ou tratamento diferenciado, em torno dessa classificação perversa. O brasileiro pobre de pele parda ou branca, por exemplo, não merece tratamento desvantajoso em relação a um negro de classe média - principalmente por parte do Estado Brasileiro;



     * POLÍTICA DE ENFRENTAMENTO A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER - O Deputado Federal Jair Bolsonaro entende que não adianta criar novas leis em defesa da mulher (já há muitas), sem que se dê a essa potencial vítima uma garantia de legítima defesa de fato: nesse caso é melhor a liberação do porte de arma de fogo, com devido treinamento, do que papéis que dêem assistência a quem já passou pelo trauma de ser estuprada;



    * POLÍTICA LGBT - A violação do princípio da igualdade expresso no artigo 5º da Constituição Brasileira também não se justifica sob alegações de gênero, opções sexuais ou outras: um gay não tem nada de diferente de um heterossexual, perante a lei. No entender de Bolsonaro, se quisermos manter nosso País democrático, não podemos concordar com castas privilegiadas por leis. Apesar de ser expressamente contra o casamento gay, o parlamentar defende que cada um deve ser feliz como bem entende, contanto que respeite a condição do outro. Esse respeito ao outro inclui o banimento da "ideologia de gênero" nas escolas ( ensino de temática sexual e gay para crianças). Por outro lado, Jair Bolsonaro considera descabido que o dinheiro público seja gasto em eventos como "Festas LGBTs" e "Paradas Gays" - caso os gays queiram celebrar, é justo que façam com dinheiro de seus próprios bolsos;

                                                                 


      * POLÍTICA INDIGENISTA - Com todo o interesse na preservação dos povos nativos e de sua  cultura, é necessário que a forma de demarcação de Reservas Indígenas seja rediscutida para contemplar dois enfoques adicionais:

       a) A exploração racional de recursos minerais e de biodiversidade, entre outros, em benefício da totalidade do Povo Brasileiro, incluindo seus índios;

     b) A situação geográfica da área demarcada e suas vulnerabilidades com relação à Segurança Nacional - particularmente, em áreas de fronteira.

          A observância dos dois ítens acima diz respeito a uma solução para um sem-número de conflitos entre garimpeiros, fazendeiros e populações não-índias com tribos assentadas, bem como no refreamento de interesses escusos por parte de estrangeiros, no sentido de insuflar em certas etnias indígenas uma aversão a seus demais irmãos brasileiros, visando unicamente explorar economicamente os recursos contidos no território indígena considerado, para seu próprio proveito. É da própria segurança e futuro dos Povos Indígenas que está se tratando, uma vez que já não se pode ignorar a infiltração de estrangeiros em áreas demarcadas ( supostamente "missionários cristãos" e "refugiados" de outros países), bem como a presença de traficantes internacionais de armas e drogas, garimpeiros ilegais, biopiratas, etc, principalmente no Norte do Brasil. Com as devidas adaptações, o mesmo vale para os territórios das comunidades quilombolas;



    * POLÍTICA DE MIGRAÇÃO - No entender de Jair Bolsonaro, qualquer nação soberana deve exigir, no mínimo, que os estrangeiros em seu território comprovem que não são criminosos e que respeitem as leis nacionais. Justamente por essa razão, Bolsonaro é uma das principais lideranças contra a Nova Lei de Migração recentemente aprovada em Brasília, lei que privilegia estrangeiros em detrimento da população nacional, abrindo margem à importação de conflitos étnicos e religiosos do mundo inteiro. É claro que isso traz um grande impacto para a Segurança Nacional, que pode incluir o agravamento dos problemas relacionados ao narcotráfico internacional já existentes e a criação de outros problemas ( como o terrorismo). Fora isso, a nova Lei de Migração põe a serviço dessa massa esperada de migrantes estrangeiros nosso sistema de saúde pública e nossa previdência social, já em petição de miséria! Pense que agora os estrangeiros tem o direito legal de formar partidos políticos, votar e se candidatar a cargos eletivos no Brasil - tipo de coisa que prevê a tal lei, nas suas 80 páginas, de autoria e interesse dos partidos políticos de ideologia de Esquerda. 





                                                               

                       Erick Guerra, O Caçador
                                                         

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

INSEGURANÇA PÚBLICA CONTINUA EM ALTA



Por Erick, O Caçador


    Desenfreada, a Insegurança Pública cresce no RN, sem que haja sinalização de estratégia global coerente, por parte do Estado, de combate à altura do problema.
O Comandante recentemente exonerado da PMRN, Coronel Azevedo, saiu denunciando a significativa redução do orçamento da instituição, junto com o aumento das atribuições. A situação é precária de qualquer ponto de vista, na PM: salários atrasados, viaturas em péssimo estado de conservação, pouco combustível e limitado efetivo.


    Já na Polícia Civil do RN, a novidade é que a Associação dos Delegados ( ADEPOL) resolveu fazer campanha contra a falta de investimentos e o descaso com a Instituição – que está em muito pior estado do que a PMRN: a PCRN opera com menos de 25% do efetivo previsto em Lei!
Sequer o edital para o concurso público de ingresso nas duas polícias foi lançado, embora tenha sido anunciado já uma dezena de vezes, por uma série de autoridades da SESED, nos últimos 2 anos. A própria Secretária de Segurança Pública do Estado o anunciou para o “mês que vem”, faz alguns meses…

                                                              


    Nas ruas da capital, assaltos e homicídios em ritmo galopante fazem vítimas já entre a cúpula do Judiciário do Estado. No interior, a violência é do mesmo jeito: em Mossoró, a onda é de “arrastões” em Escolas e Hospitais. O tráfico de drogas toma conta do Estado todo, as Facções Criminosas se responsabilizam pela Segurança Pública de certas Regiões.
Enquanto isso, a Secretaria de Transportes Urbanos aprimora seu sistema de aplicação de multas de trânsito através de câmeras, ao mesmo tempo que o videomonitoramento de Segurança feito pelo CIOSP tem apresentado problemas. Por falar em CIOSP ( que mudou de nome para COPOM e, parece, voltou à nomenclatura antiga), quem conseguir atendimento no Disk Emergência 190, na Grande Natal, ganha um prêmio!


    Para completar, o Sistema Penitenciário tem apresentado falhas e fugas constantes. Para se ter uma idéia, há caso de preso solto por engano e de fuga de preso custodiado em hospital. Os Agentes Penitenciários estão sem condições de trabalho, mas sendo obrigados a pagar com o risco da própria vida pelo descaso do Governo com o Sistema Prisional. O Grupo de Operações Especiais da SEJUC está virtualmente dissolvido, empregado para tapar buracos de escala de serviço rotineiro, e teve seu comandante exonerado na surdina. Segundo se comenta, o Secretário de Justiça e Cidadania tem mau relacionamento com os Agentes Penitenciários ( em geral), o que gera um clima péssimo internamente.

                                                                 


    O quadro geral é estarrecedor, de verdade. Segundo análise estatística do Instituto Obvio, a violência cresceu cerca de 25% esse ano no RN, comparado ao mesmo período do ano passado, que foi considerado o ano mais violento da História do RN!


    A pergunta que fica no ar, não é “aonde vamos parar”… Já se vê que não tem como parar por aqui, nem num ponto previsível adiante. A pergunta correta, dada a conjuntura, é: ” O que se inicia a partir desse caos indomável”?


Erick Guerra, O Caçador

terça-feira, 13 de junho de 2017

RN BATE RECORDE HISTÓRICO DE ASSASSINATO DE POLICIAIS!

    Por Erick, O Caçador



  


    Que a Segurança Pública do Rio Grande do Norte vai de mal a pior, já é notícia antiga. Que o Governo do Estado tem sido simplesmente ineficaz, é desnecessário comentar, pois os potiguares já viram em 2017 a maior fuga Prisional da História (no PEP), a maior rebelião com mortes  da História ( em Alcaçuz), a maior matança de Civis da História ( mais de mil em 05 meses) e o maior sucateamento das polícias da História ( PM operando com 70% do efetivo e PC operando com 25% do efetivo). Também esse ano o IPEA, junto com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, deram ao RN o título nada lisongeiro de Estado onde a violência mais cresceu em dez anos ( 232%)… Com o detalhe que esse título se refere ao período 2005 a 2015 , isto é, excluiu os dois anos recordes de violência nas Terras Potiguares ( 2016 e 2017). Pois bem, em 2017 o RN agora bateu também seu recorde histórico de matança de policiais. É tudo de ladeira abaixo!




    Com cerca de 70 policiais assassinados nos últimos anos, sendo 12 apenas em 2017, mais um número ainda maior de mortes de vigias, vigilantes, guardas municipais, etc, podemos dizer que temos uma verdadeira caçada a Operadores de Segurança nesse Estado. Some também os ataques de outros tipos a policiais, como assaltos, arrastões em residências e agressões: o número de ocorrências é incalculável!

                                                           



    O Governador e seu staff silenciam sobre o assunto. O Ministério Público silencia sobre o assunto. Já as Facções Criminosas não: são reiteradas as notícias de ordens emanadas das cúpulas das tais Organizações Criminosas para atacar policiais – tudo muito bem divulgado em redes sociais. Por que o Estado abandona seus Operadores de Segurança? A população, que já foi abandonada há tempos, faz essa pergunta.


                                                                    


    Na já citada pesquisa sobre violência no Brasil, feita pelo IPEA e Fórum Brasileiro de Segurança Pública, dois Estados brasileiros lideram a redução estatística de homicídios: São Paulo (-44,3%) e Rio de Janeiro (-36,4%). Interessante que justamente esses dois Estados lideram o ranking, na mesma pesquisa, de morte de bandidos decorrentes de ação policial. O ensino é claro: para diminuir os homicídios aleatórios, é fundamental que as Polícias ajam com força total contra os matadores do tráfico e latrocidas. Está nos números: para diminuir a força letal do crime, é necessário usar a força letal CONTRA o crime!




    É preciso assumir que há uma Guerra Civil em andamento e lutar essa Guerra como Guerra, para vencer. Chega de blá blá blá sobre uma suposta ” crise de Segurança Pública”! Crise dá e passa! O que vemos é a escalada de uma Guerra que só tem comparação, em sua letalidade, com os conflitos  no Oriente Médio. São os fatos!

                                                                 


     Chega de discursos e reuniões de planejamento! O Rio Grande do Norte precisa de ação!



Erick Guerra, O Caçador

segunda-feira, 12 de junho de 2017

EDUCAÇÃO E FAMÍLIA, SEGUNDO BOLSONARO

"A família é a base da Sociedade"

" Hoje, o professor não tem como exercer a sua autoridade na Sala-de-Aula. Em muitos lugares, o professor está muito preocupado em não apanhar na Sala-de-Aula, não em educar."

Jair Bolsonaro



    Na visão do Deputado Federal Jair Bolsonaro, Educação e Família são assuntos interligados. Em suas palavras: "Quem quer ter um filho, tem que assumir que a responsabilidade é dele, de educar e, não, do Estado. O Estado, a bem dizer, passa num segundo plano numa situação dessa." A primeira educação vem de casa.



    Sendo a família a base da Sociedade, é necessário que se cuide da Estrutura Familiar, pois a população está crescendo desordenadamente, sem alternativas econômicas para acolher esse aumento populacional. Para Bolsonaro, o Governo não deve adotar políticas públicas que estimulem a libido precoce e a sexualidade nos escolares ( principalmente menores de 12 anos), tampouco dar incentivo a maternidade desestruturada e irresponsável, através de "bolsas" específicas. Pesquisas indicam que 1/4 dos partos no Brasil é de meninas entre 10 e 19 anos de idade, sendo um fato que muitas dessas jovens engravidam, ou são "mandadas engravidar", pelos próprios familiares - com interesse no auxílio financeiro do Governo.

                                                        


    Diz Jair Bolsonaro: " Educação não é apenas Sala-de-Aula e Professor, mesmo que o Professor seja bem-remunerado." De fato, existe uma massa de alunos que vai a escola sem condições de aprender, muitas vezes motivada pela merenda, não pela busca do saber. Nesse contexto, um freio no crescimento da população seria um ponto positivo na Educação, como também seria no Desenvolvimento Social, em geral. A ênfase no ensino do planejamento familiar, dentro das escolas, e a facilitação do acesso a laqueadura de trompas e vasectomia, no contexto extra-escolar, são propostas do Presidenciável.



    No entender do Deputado, não é saudável para a juventude o tipo de política educacional levada a cabo pela Esquerda nas últimas décadas, como o ensino de temática LGBT para crianças (com o famigerado "kit gay" escolar) também chamado de "Ideologia de Gênero", ou a lavagem cerebral de viés marxista que incute, basicamente, a idéia de que o capitalismo é o inferno e o socialismo, o paraíso. Para Bolsonaro, é saudável preservar o universo infantil das temáticas sexuais e, por outro lado, é facilmente constatável que não há exemplo de país comunista ou socialista em que a população desfrute de razoável desenvolvimento, renda ou liberdades ( como dão provas cabais as ditaduras de Cuba, Coréia do Norte e Venezuela). A sua proposta é de uma escola sem ideologias, para formar pessoas com competências oriundas da escolaridade e, não, vomitar uma massa de analfabetos funcionais doutrinados politicamente para votar em certos partidos - como tem acontecido. Não por acaso, o Brasil tem sido denunciado por órgãos ligados à ONU, como a UNICEF, como um país em que a qualidade da educação tem decaído de forma alarmante.

                                                         


    Segundo Jair Bolsonaro, a Escola Pública deve recuperar os aspectos disciplinares fundamentais, focar em qualidade do ensino e semear valores que fortaleçam o núcleo familiar, a cidadania e o patriotismo. A Educação deve ser vista como fator da Grandeza Nacional. Nesse sentido, é necessário que a atuação do Ministério da Educação (MEC) rompa com a farsa da Educação no Brasil e trabalhe com o objetivo de elevar as metas educacionais de aprendizado e o padrão do ambiente escolar.

                                                                 


    Para o Parlamentar, um exemplo nacional de modelo escolar público de alto nível de desempenho são os Colégios Militares.  De fato, os alunos de Colégios Militares ( de ensino fundamental e médio) administrados pelo Exército ou pelas Polícias Militares, são destaques em todas as Olimpíadas de Conhecimento ( aprendizado)  e Jogos Escolares ( esportes), bem como nos vestibulares e concursos públicos. E não são apenas esses critérios de desempenho o diferencial de tais Escolas. Quem já visitou um Colégio Militar, dificilmente deixa de se admirar com a limpeza, ordem e disciplina reinantes - o que prova que o modelo bem-sucedido de Escola Pública personificado pelos Colégios Militares são um exemplo que deve ser ampliado para o Sistema Educacional Brasileiro, em geral, para que tenhamos uma Escola Pública gratuita e de qualidade, DE VERDADE. O contraste desse tipo de gestão escolar (dos Colégios Militares), com a gestão dita "participativa" e de métodos derivados da pedagogia de Paulo Freire é gritante: o retrato de uma Escola Pública "normal" é a de um ambiente degradado, sujo e onde a indisciplina dos alunos é a normalidade - o aprendizado é mínimo. "O meu sonho é botar no MEC um General que tenha comandado um Colégio Militar. É essa filosofia que, no meu entender, tem que ser colocada nas Escolas Públicas." Diz Jair Bolsonaro.


                                   


                  Erick Guerra, O Caçador
Este conteúdo foi produzido pelo Sistema Jornal do Commercio de Comunicação. Para compartilhar, use o link http://blogs.ne10.uol.com.br/jamildo/2014/05/19/jair-bolsonaro-diz-que-sonha-em-ver-general-comandando-mec/
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sexta-feira, 9 de junho de 2017

GESTÃO ECONÔMICA NACIONAL, SEGUNDO BOLSONARO


                 
 " Não existe 'solução mágica', não existe o 'salvador da Pátria' "
Jair Messias Bolsonaro



 
     O Deputado e Presidenciável Jair Bolsonaro tem apresentado pelo país inteiro a palestra “O FUTURO DO BRASIL”, onde discorre sobre sua visão dos problemas nacionais e as possíveis soluções. Palestrante sensato e objetivo, carismático, divertido até, Bolsonaro mostra pessoalmente uma face muito diferente da caricatura distorcida que alguns tentam lhe impingir e, certamente, bastante diferenciada do discurso tradicional do político a que estamos acostumados. Mostrando grande evolução no entendimento e trato das questões polêmicas em que já se envolveu no passado, Jair Bolsonaro também surpreende ao abordar temáticas que os críticos sugerem ser “lacunas” em seu pensamento político. Nesse artigo, vamos esboçar o pensamento sobre a Gestão da Economia Nacional, apresentada nas palestras desse Deputado Federal que, nas suas próprias palavras, “não é um especialista em economia, mas também não inveja a competência dos sabichões que estão afundando o Brasil”.



 
     O primeiro ponto que chama atenção na abordagem de Bolsonaro é a sua visão de que a Gestão Econômica do Brasil deve ser baseada em genuínos interesses estratégicos nacionais e, não, numa lógica simplista de mercado. Essa afirmação é a bússola que orienta as suas demais proposições econômicas que, segundo afirma, ainda estão sendo aprimoradas e desenvolvidas, porém tem no patriotismo uma firme guia. Segundo ele, não interessa ao povo brasileiro ser o país um excelente balcão de negócios que enriquece outras nações, enquanto esse mesmo povo padece de carências enormes e vive com pouca perspectiva de prosperidade. Participar do comércio e negócios globais é uma necessidade, mas deve essa condição ser subordinada a uma atuação em que o Brasil obtenha lucros e vantagens em bons negócios para o coletivo nacional, nunca para o empobrecimento e exploração de nossa nação, como tem acontecido. O mesmo vale para o enriquecimento absurdo de certos setores empresariais nacionais, às custas de financiamentos estatais brasileiros, mas que resultam em evasão das divisas para outros países (como no caso dos financiamentos feitos pelo BNDES, nos últimos anos).

                                                    


 
    Como exemplo, o Deputado cita o descaso com a nossa riqueza mineral, vendida a preço de banana para o mercado externo, inclusive com relação a recursos em que detemos praticamente o monopólio da produção mundial, como é o caso do nióbio (mineral com diversas aplicações na construção civil, metalurgia e indústria de joalheria, entre outras). Se é o caso de sermos o principal produtor mundial, diz Bolsonaro, “então nós é que devemos dizer o preço do produto”!
Lembrando que a Amazônia brasileira é uma fonte fabulosa de recursos naturais bastante cobiçados pelo mundo inteiro, Jair Bolsonaro enfatiza que é urgente que os brasileiros procedam com a exploração racional desse patrimônio, tanto para a prosperidade nacional, como para impedir uma possível tomada desse rico território por potências estrangeiras mais fortes militarmente que o Brasil, que podem atuar diretamente (invasão) ou indiretamente (através da instigação de um separatismo baseado, por exemplo, numa política indigenista brasileira equivocada). É cuidar, para não perder.



    O Agronegócio, segundo Bolsonaro, deve receber especial atenção, pois é a tradicional fonte de sobrevivência da economia nacional, sendo importante que pesquisas aprimorem o valor agregado à produção brasileira, através de aplicações  que resultem em melhor qualidade e produtos diferenciados. Citando o exemplo de Israel, onde há menos chuvas do que no sertão nordestino, mas que tem um agronegócio exportador para a Europa, o presidenciável enfatiza que o Brasil possui excelente corpo técnico e acadêmico na área - profissionais que, infelizmente, tem saído do país para usar sua ciência em outras terras, por conta da desvalorização que vivenciam em nossa nação. Segundo ele, está mais que na hora de mudar isso. 



    Um ponto importante para a visão econômica de Jair Bolsonaro é QUEM deve explorar os recursos naturais brasileiros de mais difícil acesso (como é o caso de reservas minerais amazônicas) e COMO deve ser feito beneficiamento de certos recursos para obter produtos com maior valor de mercado (como é o caso do grafeno, material revolucionário obtido através do beneficiamento do grafite, fartamente encontrado no Brasil). O Deputado afirma que o Brasil não tem mais condição de criar empresas estatais, inclusive sendo necessário privatizar e até extinguir algumas estatais não-estratégicas. Por outro lado, as empresas nacionais não dispõe, muitas vezes, de estrutura ou condições técnicas para prestar um bom serviço em certas áreas. Se não é uma alternativa deixar ao léu tais recursos, também não aceita como bom negócio entregar a exploração a estrangeiros, pura e simplesmente. A solução proposta pelo parlamentar é a realização de parcerias vantajosas com empresas de países desenvolvidos tecnologicamente, como o Japão é um exemplo, para fazer com que o nicho econômico seja ocupado de alguma forma, possibilitando aos brasileiros adquirir ciência e bagagem nas áreas específicas visadas, até que se possa "andar com as próprias pernas".

                                                 




    Jair Bolsonaro cita com freqüência a China como exemplo de país que se vale de políticas econômicas de alta estratégia no cenário mundial, o que explica sua consolidação como potência econômica e militar. A China tem sólida estrutura industrial e uma política agressiva de escoamento de seus produtos e população (!) , o que resulta numa rede de entrepostos comerciais fluida e enorme, capilarizada por todo o planeta. Segundo o Deputado, enquanto os economistas chineses tratam da projeção mundial dos negócios de seu país, os economistas do Governo Brasileiro "brincam" de mexer na taxa SELIC... Desnecessário dizer que, no momento, os chineses estão se dando muito bem em cima do Brasil. É fundamental tratar a indústria nacional como setor estratégico e, também nesse caso, parcerias vantajosas aos interesses brasileiros devem ser implementadas.



    Relacionado ao tópico da projeção da economia nacional, também está a da Soberania Nacional, incluindo a Segurança Pública. Bolsonaro enxerga a questão da Segurança como fundamental para bom andamento de outros setores. Citando o dado que 10% do PIB mundial vem da atividade turística, o Deputado lamenta o prejuízo ao turismo brasileiro que o caos da insegurança pública vem criando. Dentro da problemática da insegurança no Brasil, é claro, está o abandono das fronteiras nacionais, que tornou o nosso país um inferno de drogas ilícitas e deu força ao Crime Organizado. Daí que ele entende que só com o fortalecimento das Forças Armadas e Polícias, junto com um ajuste das Leis Brasileiras, se pode dar uma prosperidade ao turismo e outras atividades afetadas pela insegurança. A Ordem como base para o Progresso.

                                                        




    Para finalizar esse esboço das idéias de Jair Bolsonaro a respeito da Economia Nacional, ou de sua melhor gestão, é preciso incluir a ênfase que ele dá na melhoria do serviço público. Bolsonaro afirma que o brasileiro está cansado de pagar altos impostos e não receber o retorno em serviços devidos pelo Estado. O fato é que o sucateamento do Estado e a desvalorização dos servidores públicos, são fatores importantes na decadência do Índice de Desenvolvimento Humano de uma Nação. Nesse sentido, o parlamentar coloca o combate a corrupção e a otimização da prestação do serviço público como ações de alta prioridade para a obtenção de um equilíbrio nas demais áreas da vida pátria, inclusive a área econômica.



    Em artigos vindouros, tratarei especificamente das idéias de Jair Bolsonaro no tocante a Segurança Nacional, Liberdades Civis e Direitos das Minorias.



                                                                  


                                                           Erick Guerra, O Caçador